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Como Funciona?
Algumas coisas do dia-a-dia


Como funciona o CD de som?

Um pouco da história das mídias de gravação

Por Everton Granemann Souza - evert0ngs@hotmail.com

O primeiro dispositivo que permitiu a gravação e a reprodução do som foi o fonógrafo de Thomas Alva Edison, em 1877, no qual as ondas sonoras que chegavam a um diafragma faziam vibrar uma agulha, marcando uma ranhura de profundidade variada num cilindro que girava e que estava revestido com uma lâmina metálica. O cilindro, que deveria ser girado a mão, funcionava com uma agulha unida a um diafragma (membrana).

Em 1887, Emile Berliner desenvolveu o gramofone, que utilizava discos em vez de cilindros. A grande vantagem deste aparelho era que os discos podiam ser produzidos em massa a partir de um "modelo".

Em 1948, o disco "longa duração" (long-play, em inglês), melhorou a qualidade do som e estendeu o tempo de reprodução para mais de 20 minutos por lado. Mas apesar das assombrosas melhorias na fidelidade, que surgiram graças às gravações e às reproduções elétricas e aos novos materiais dos discos, as vendas caíram nos anos 80. Inicialmente, isto deveu-se à crescente popularidade do cassete, e depois ao CD digital.

Os reprodutores digitais foram desenvolvidos por profissionais até final dos anos 70 num esforço para melhorar a qualidade da fidelidade e da duplicação, e para reduzir o ruído. Para os consumidores, a revolução digital chegou sob a forma de CD. Diferente da fita analógica, o CD oferece um acesso aleatório, o que significa que pode-se acessar diretamente às pistas no meio do disco sem ter que buscar em pistas prévias.

CD é a abreviação, em inglês, de disco compacto, porque é capaz de armazenar mais informações num espaço bem menor do que os discos de vinil. Nos discos ou “bolachas” de vinil, uma agulha percorre sulcos, reproduzindo mecanicamente os sinais eletrônicos que os geraram. No CD, em vez de sulcos, existe uma seqüência de traços com uma pequeníssima largura e profundidade igual a um sexto dessa largura. As informações são gravadas por traços.

A medida do comprimento de cada traço corresponde a cada informação. Não existe contato mecânico com esses traços: a leitura é feita por um finíssimo feixe de laser de 0,0009 mm. Esse feixe focaliza a linha tracejada no disco e se reflete. O feixe refletido é separado do incidente e dirigido a um conjunto de detectores. Dessa forma, esses detectores podem "medir" o comprimento dos traços, tornando possível a leitura da informação, além de manter o feixe na trilha correta. Os CDs podem reproduzir qualquer sinal "digitalizado", ou seja, transformado em dígitos binários.

Bibliografia

[1] ALBERTO GASPAR, Do Eletromagnetismo à Eletrônica, Editora Ática, 1999.

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